Esfera com a bandeira: Bélgica

Europa · 1 cidade

Bélgica

Capital da Bélgica e sede das prin­ci­pais ins­ti­tui­ções euro­peias, Bru­xe­las guarda, ao lado da Grand-Place, uma cate­dral gótica e os museus reais que reúnem séculos de pintura fla­menga e belga.

Cidades visitadas

  • Bruxelas

cidades com igreja, museu ou monumento descritos nesta página

Catedral · Bruxelas

Catedral de São Miguel e Santa Gúdula

A Cate­dral de São Miguel e Santa Gúdula ergue-se numa colina entre a cidade alta e a cidade baixa de Bru­xe­las. No local existiu uma igreja româ­nica dedi­cada a São Miguel, que recebeu no século XI as relí­quias de Santa Gúdula, padro­eira da cidade. A cons­tru­ção do templo gótico começou em 1226 e pro­lon­gou-se por cerca de tre­zen­tos anos, até o início do século XVI, o que permite ver no mesmo edi­fí­cio a evo­lu­ção do gótico, do coro mais antigo à fachada de duas torres, típica do chamado gótico bra­ban­tino. Os vitrais do século XVI, doados por membros da família de Habs­burgo, entre eles o impe­ra­dor Carlos V, contam-se entre os mais belos da Bélgica, e o púlpito barroco de madeira escul­pida repre­senta Adão e Eva expul­sos do Paraíso. Apesar de sua impor­tân­cia secular, a igreja só recebeu o título de cate­dral em 1962. Ali se rea­li­zam as grandes ceri­mô­nias da monar­quia belga, como o funeral do rei Bal­du­íno, em 1993, e o casa­mento do então prín­cipe Filipe com Mathilde d’Udekem d’Acoz, em 1999.

Museu · Bruxelas

Museus Reais de Belas-Artes da Bélgica

Os Museus Reais de Belas-Artes da Bélgica, no Mont des Arts, reúnem em um mesmo con­junto vários museus que contam mais de seis séculos de arte. Sua origem remonta a 1801, quando um decreto do período napo­le­ô­nico criou em Bru­xe­las um museu com obras con­fis­ca­das de igrejas e ins­ti­tui­ções. O Museu Old Masters guarda uma coleção excep­ci­o­nal de pintura fla­menga, com Rogier van der Weyden, Hans Memling, Pieter Bruegel, o Velho, de quem se des­ta­cam “O Censo em Belém” e a “Pai­sa­gem com a Queda de Ícaro”, atri­bu­ída a ele, além de Peter Paul Rubens e Jacob Jor­da­ens. Também ali está “A Morte de Marat”, de Jacques-Louis David. O Museu Fin-de-Siècle apre­senta a efer­ves­cên­cia artís­tica de Bru­xe­las entre o fim do século XIX e o início do XX, com o sim­bo­lismo e a Art Nouveau. Desde 2009, o Museu Magritte dedica-se ao grande nome do sur­re­a­lismo belga, René Magritte, com a maior coleção mundial de suas obras. O con­junto é uma síntese da his­tó­ria artís­tica da Bélgica e de sua capital.

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