Esfera com a bandeira: Inglaterra

Europa · 3 cidades

Inglaterra

Das pedras pré-his­tó­ri­cas de Sto­ne­henge às termas romanas de Bath e à Londres das coro­a­ções, a Ingla­terra oferece um per­curso por milê­nios de his­tó­ria. Na capital, a abadia das coro­a­ções e o museu fundado no Ilu­mi­nismo resumem a memória do país e do mundo.

Cidades visitadas

  • Bath
  • Londres
  • Stonehenge

cidades com igreja, museu ou monumento descritos nesta página

Igreja · Londres

Abadia de Westminster

A Abadia de West­mins­ter é a igreja das coro­a­ções da monar­quia inglesa e depois bri­tâ­nica. No século XI, o rei Eduardo, o Con­fes­sor, mandou cons­truir ali uma grande igreja româ­nica para um mos­teiro bene­di­tino, con­sa­grada em 1065, poucos dias antes de sua morte. No Natal de 1066, Gui­lherme, o Con­quis­ta­dor, foi coroado na abadia, inau­gu­rando uma tra­di­ção seguida por quase todos os monar­cas desde então, até a coro­a­ção do rei Carlos III, em 6 de maio de 2023. A partir de 1245, Hen­ri­que III recons­truiu a igreja no estilo gótico, ins­pi­rado nas cate­drais fran­ce­sas, e no início do século XVI Hen­ri­que VII acres­cen­tou a capela que leva seu nome, com uma extra­or­di­ná­ria abóbada em leque. A abadia é um panteão da nação: guarda túmulos de reis e rainhas, como Eli­za­beth I, e de cien­tis­tas como Isaac Newton e Charles Darwin; no Canto dos Poetas estão sepul­ta­dos ou home­na­ge­a­dos escri­to­res como Geof­frey Chaucer e Charles Dickens. Junto à entrada fica o túmulo do Soldado Des­co­nhe­cido. Ali se cele­bra­ram casa­men­tos reais, como o do prín­cipe William com Cathe­rine Midd­le­ton, em 2011.

Museu · Londres

British Museum

Fundado em 1753, o British Museum nasceu do legado do médico e natu­ra­lista Sir Hans Sloane, que deixou à nação bri­tâ­nica sua enorme coleção de livros, manus­cri­tos, espé­ci­mes natu­rais e anti­gui­da­des. O Par­la­mento criou então o museu, aberto ao público em 1759 na Montagu House, no bairro de Blo­oms­bury, com uma ideia nova para a época: uma coleção pública, gra­tuita, voltada a todos os “estu­di­o­sos e curi­o­sos”. No século XIX, o cres­ci­mento das cole­ções levou à cons­tru­ção do edi­fí­cio atual, em estilo neo­grego, pro­je­tado por Robert Smirke, com sua fachada de colunas jônicas. Em 2000, o arqui­teto Norman Foster cobriu o pátio central com uma grande cober­tura de vidro e aço, criando o Great Court em torno da antiga sala de leitura. O acervo, com milhões de objetos, abrange dois milhões de anos de his­tó­ria humana: a Pedra de Roseta, chave para a deci­fra­ção dos hie­ró­gli­fos, as múmias egíp­cias, as escul­tu­ras do Par­te­non, cuja per­ma­nên­cia em Londres é objeto de um antigo debate com a Grécia, o tesouro de Sutton Hoo e os relevos assí­rios. A entrada con­ti­nua gra­tuita.

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