Esfera com a bandeira: Suécia

Europa · 1 cidade

Suécia

Cons­tru­ída sobre ilhas entre o lago Mälaren e o mar Báltico, Esto­colmo guarda na cidade velha, Gamla Stan, a sua cate­dral medi­e­val, e numa ilha vizinha o navio de guerra do século XVII que nau­fra­gou na viagem inau­gu­ral.

Cidades visitadas

  • Estocolmo

cidades com igreja, museu ou monumento descritos nesta página

Catedral · Estocolmo

Storkyrkan

A Storkyrkan, a Grande Igreja, ofi­ci­al­mente Igreja de São Nicolau, é a igreja mais antiga de Gamla Stan, a cidade velha de Esto­colmo, e fica ao lado do Palácio Real. É men­ci­o­nada em docu­men­tos desde o fim do século XIII e foi ampli­ada na Idade Média até se tornar uma igreja gótica de tijolos com várias naves. No século XVIII, a fachada e a torre rece­be­ram uma feição barroca para har­mo­ni­zar com o palácio vizinho, mas o inte­rior con­serva as abó­ba­das e os pilares de tijolo apa­rente. Seu tesouro mais célebre é a escul­tura de São Jorge e o Dragão, obra em madeira do escul­tor Bernt Notke, de 1489, enco­men­dada para come­mo­rar a vitória sueca na Batalha de Brunke­berg, em 1471. Outra peça famosa é o Väder­sols­tav­lan, a pintura que retrata um fenô­meno de halos solares sobre Esto­colmo em 1535, con­si­de­rada a mais antiga repre­sen­ta­ção em cores da cidade; a tela exposta é uma cópia do século XVII. A igreja foi palco de coro­a­ções e casa­men­tos reais, como o da prin­cesa her­deira Vic­to­ria, em 2010, e é cate­dral da diocese de Esto­colmo desde 1942.

Museu · Estocolmo

Museu Vasa

O Museu Vasa abriga o único navio do século XVII pra­ti­ca­mente intacto que se conhece no mundo. O Vasa foi enco­men­dado pelo rei Gustavo II Adolfo, num tempo em que a Suécia se afir­mava como potên­cia no mar Báltico, e deveria ser um dos navios de guerra mais pode­ro­sos de sua época, com dois con­ve­ses de canhões e uma rica deco­ra­ção de escul­tu­ras. Em 10 de agosto de 1628, diante de uma mul­ti­dão, o navio partiu para sua viagem inau­gu­ral no porto de Esto­colmo e, poucos minutos depois, adernou com uma rajada de vento e afundou, a apenas algumas cen­te­nas de metros do cais. Ins­tá­vel, car­re­gava peso demais na parte supe­rior. Durante mais de três séculos per­ma­ne­ceu no fundo, pre­ser­vado pelas águas frias e pouco sal­ga­das do Báltico. Loca­li­zado em 1956 pelo pes­qui­sa­dor Anders Franzén, foi res­ga­tado em 1961 numa ope­ra­ção acom­pa­nhada pelo mundo inteiro. Depois de décadas de con­ser­va­ção, o museu defi­ni­tivo foi inau­gu­rado em 1990. Com cerca de noventa e cinco por cento de sua estru­tura ori­gi­nal, o Vasa é hoje o museu mais visi­tado da Escan­di­ná­via.

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