Esfera com a bandeira: Uruguai

América do Sul · 1 cidade

Uruguai

Fundada pelos por­tu­gue­ses em 1680 às margens do Rio da Prata, Colonia del Sacra­mento guarda ruas de pedra, casas colo­ni­ais e a memória das dis­pu­tas entre Por­tu­gal e Espanha. Seu bairro his­tó­rico é Patri­mô­nio Mundial da UNESCO desde 1995.

Cidades visitadas

  • Colonia del Sacramento

cidades com igreja, museu ou monumento descritos nesta página

Igreja · Colonia del Sacramento

Basílica del Santísimo Sacramento

A Basí­lica del San­tí­simo Sacra­mento é con­si­de­rada a igreja mais antiga do Uruguai. Sua origem remonta aos pri­mei­ros anos de Colonia del Sacra­mento, povo­a­ção fundada em 1680 pelo por­tu­guês Manuel Lobo, na margem do Rio da Prata oposta a Buenos Aires. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, a cidade passou repe­ti­das vezes das mãos por­tu­gue­sas às espa­nho­las, e a igreja acom­pa­nhou esse destino de cercos, tra­ta­dos e recons­tru­ções. O templo de pedra levan­tado no início do século XVIII sofreu danos graves no século XIX, quando a explo­são de um depó­sito de pólvora, atin­gido por um raio, des­truiu boa parte da estru­tura. Recons­tru­ída e modi­fi­cada mais de uma vez, a igreja recebeu no século XX uma res­tau­ra­ção que pro­cu­rou devol­ver-lhe a apa­rên­cia simples e robusta das cons­tru­ções colo­ni­ais, com suas duas torres e paredes de pedra apa­rente. Situada no coração do bairro his­tó­rico, a poucos passos da Plaza de Armas e das ruínas da antiga casa do gover­na­dor, a basí­lica é tes­te­mu­nho vivo da his­tó­ria luso-espa­nhola da região e um dos pontos mais visi­ta­dos de Colonia.

Museu · Colonia del Sacramento

Museo Portugués

Ins­ta­lado numa casa de tra­di­ção cons­tru­tiva por­tu­guesa do século XVIII, no bairro his­tó­rico de Colonia del Sacra­mento, o Museo Por­tu­gués integra o con­junto de peque­nos museus muni­ci­pais que contam a his­tó­ria da cidade. Sua missão é lembrar o período em que Colonia foi o posto mais meri­di­o­nal da pre­sença por­tu­guesa na América, fundado em 1680 para garan­tir a Lisboa acesso ao Rio da Prata e ao comér­cio da região. O acervo reúne mobi­liá­rio, louças, azu­le­jos, mapas antigos, armas, uni­for­mes e objetos do coti­di­ano que ajudam a ima­gi­nar a vida na praça-forte, além de refe­rên­cias à figura de Manuel Lobo, fun­da­dor da colônia, e aos suces­si­vos tra­ta­dos que dis­pu­ta­ram seu domínio, como o de Madri, de 1750, e o de Santo Ilde­fonso, de 1777, que acabou por con­so­li­dar a sobe­ra­nia espa­nhola. A própria casa, com seus muros de pedra e seu telhado carac­te­rís­tico, é parte da expo­si­ção. Visitar o museu é com­preen­der por que as ruas de Colonia guardam tantos traços por­tu­gue­ses num ter­ri­tó­rio que se tor­na­ria uru­guaio, e por que seu bairro his­tó­rico foi reco­nhe­cido como Patri­mô­nio Mundial.

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