Esfera com a bandeira: Chile

América do Sul · 3 cidades

Chile

Estreito e longo entre a Cor­di­lheira dos Andes e o Pací­fico, o Chile une o centro his­tó­rico de San­ti­ago às pai­sa­gens aus­trais de Puerto Natales e Puerto Montt. Na capital, a cate­dral e o museu de belas-artes contam a for­ma­ção reli­gi­osa e artís­tica do país.

Cidades visitadas

  • Santiago
  • Puerto Natales
  • Puerto Montt

cidades com igreja, museu ou monumento descritos nesta página

Catedral · Santiago

Catedral Metropolitana de Santiago

A Cate­dral Metro­po­li­tana de San­ti­ago domina um dos lados da Plaza de Armas, o ponto em que Pedro de Val­di­via fundou a cidade em 1541. Desde então, o lugar foi reser­vado à igreja prin­ci­pal, mas os pri­mei­ros templos não resis­ti­ram aos ter­re­mo­tos e incên­dios que mar­ca­ram a his­tó­ria chilena. A cons­tru­ção do edi­fí­cio atual começou em meados do século XVIII e pro­lon­gou-se por muitas décadas. Coube ao arqui­teto ita­li­ano Joaquín Toesca, chegado ao Chile no fim daquele século e autor também do Palácio de La Moneda, dar à cate­dral sua feição neo­clás­sica, sóbria e equi­li­brada. As torres e alguns aca­ba­men­tos da fachada só foram con­clu­í­dos no início do século XX. O inte­rior, de três naves, reúne altares, pin­tu­ras e peças de pra­ta­ria de tra­di­ção jesu­í­tica e colo­nial, além de criptas onde repou­sam bispos e arce­bis­pos de San­ti­ago. Sede da arqui­di­o­cese, a cate­dral acom­pa­nhou cele­bra­ções, lutos e momen­tos deci­si­vos da vida naci­o­nal, e é ainda hoje o prin­ci­pal marco reli­gi­oso da capital, cercado pelo movi­mento cons­tante da praça, de seus artis­tas de rua e de seus joga­do­res de xadrez.

Museu · Santiago

Museo Nacional de Bellas Artes (Chile)

Fundado em 1880, o Museo Naci­o­nal de Bellas Artes do Chile está entre as ins­ti­tui­ções artís­ti­cas mais antigas da América Latina. Sua sede defi­ni­tiva, o Palacio de Bellas Artes, foi inau­gu­rada em 1910, no ano do cen­te­ná­rio da inde­pen­dên­cia, às margens do Parque Fores­tal. O projeto, do arqui­teto franco-chileno Émile Jéquier, inspira-se no Petit Palais de Paris e combina fachada eclé­tica com um grande hall central ilu­mi­nado por uma cúpula de vidro e ferro, que se tornou a imagem mais conhe­cida do edi­fí­cio. O acervo per­corre a arte pro­du­zida no Chile desde o período colo­nial até os dias atuais, com des­ta­que para os pin­to­res aca­dê­mi­cos e pai­sa­gis­tas do século XIX, os mestres da virada do século e as gera­ções moder­nas que reno­va­ram a lin­gua­gem artís­tica do país. Há também obras euro­peias e um impor­tante con­junto de escul­tura. O palácio divide o mesmo con­junto arqui­te­tô­nico com o Museo de Arte Con­tem­po­rá­neo, ins­ta­lado na parte pos­te­rior. Expo­si­ções tem­po­rá­rias, ati­vi­da­des edu­ca­ti­vas e a própria beleza do edi­fí­cio fazem do museu um ponto de encon­tro da vida cul­tu­ral de San­ti­ago.

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